Wagner Cantalupi Batista, morto a tiros na tarde desta quarta-feira (8), em Ponta Porã, já havia cumprido pena por tráfico de drogas em Minas Gerais. Ele foi preso em janeiro de 2022 por agentes da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), localizado na região central de Ponta Porã e posteriormente encaminhado para Campo Grande, antes de ser transferido ao sistema penitenciário mineiro.
Wagner Cantalupi Batista foi executado com diversos disparos de arma de fogo enquanto conduzia um veículo Fiat Siena pela Rua Sete de Setembro, nas proximidades do Hemocentro de Ponta Porã. O ataque ocorreu na tarde desta quarta-feira (8), e as circunstâncias do crime serão investigadas pelas autoridades.
Segundo informações, Wagner era conhecido na região de fronteira e havia sido preso em 31 de janeiro de 2022 durante uma ação do Garras. Após a prisão, ele foi levado para Campo Grande e, posteriormente, transferido para o sistema penitenciário de Minas Gerais, onde cumpriu pena por tráfico de drogas.
A vítima também era filho de Valdir da Silva Batista, conhecido como “Valdirzão”. Conforme registros policiais e informações já divulgadas anteriormente, Valdirzão era apontado como um traficante de atuação na região de fronteira entre Brasil e Paraguai e era investigado por envolvimento em diversos crimes.
Valdir da Silva Batista foi morto em sua fazenda, localizada em Cerro Corá’i, no município de Pedro Juan Caballero. Ele foi atingido por um disparo de escopeta na cabeça durante um crime atribuído, à época, a um possível acerto de contas. O homicídio nunca foi oficialmente esclarecido pelas autoridades.
A Polícia Civil e a perícia estão no local do assassinato de Wagner Cantalupi Batista. Até o momento, não há informações sobre a autoria ou motivação do crime, que segue sob investigação.

